- Sistemática dos seres vivos (apresentação explorada na aula)
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sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sábado, 11 de dezembro de 2010
Ciclos de vida
Fichas
Exercícios interactivos:
O ciclo de vida de um organismo corresponde à sequência de acontecimentos que ocorrem na vida de um ser vivo, desde que é concebido até produzir a sua própria descendência. O ciclo de vida de uma dada espécie mantém-se de geração para geração.
Exercícios interactivos:
- Ciclo de vida de um fungo: Q1 , Q2 , Q3 , Q 4
- Ciclo vida de uma alga (espirogira): Q1
- Ciclo de vida de um mamífero: Q1
- Ciclo de vida do polipódio: Q1
- Ciclos de vida - comparação: Q1 , Q2 , Q3
Apresentação explorada na aula:
Existe uma grande diversidade de ciclos de vida. No ciclo de vida de organismos com reprodução assexuada não há alteração do número de cromossomas - alternância de fases nucleares -, verificando-se estabilidade genética. Nos organismos com reprodução sexuada, o ciclo de vida inclui fenómenos de fecundação, com duplicação do número de cromossomas, e de meiose, com reposição do número de cromossomas duplicado, ocorrendo alternância de fases nucleares - fase haplóide e fase diplóide.
A fase haplóide, ou haplofase, compreendida entre a meiose e a fecundação, inicia-se na célula que resulta da meiose e que possui n cromossomas. A fase diplóide, ou diplofase, compreendida entre a fecundação e a meiose, inicia-se na célula que resulta da fecundação (ovo) e que possui 2n cromossomas.
A fecundação e a meiose podem suceder em momentos diferentes do ciclo de vida, o que permite estabelecer diferentes tipos de meiose:
- A meiose pós-zigótica ocorre na primeira divisão do zigoto, que é a única entidade diplóide existente em todo o ciclo de vida. Neste caso, a diplofase está reduzida a uma única célula.
- A meiose pré-gamética sucede aquando a formação dos gâmetas. O zigoto sofre mitoses sucessivas, originando um organismo multicelular com células diplóides que, por meiose, produz gâmetas haplóides. A haplofase, neste caso, está reduzida aos gâmetas.
- A meiose pré-espórica ocorre na formação dos esporos. O zigoto passa por mitoses sucessivas, formando um organismo pluricelular constituído por células diplóides. Neste organismo ocorre meiose, produzindo-se esporos haplóides que são células reprodutoras. Após a germinação, os esporos originam uma entidade pluricelular que produz gâmetas. A haplofase e a diplofase incluem entidades pluricelulares.
De acordo com o momento em que a meiose ocorre, determinando o desenvolvimento relativo das duas fases, pode considerar-se três tipos de ciclo de vida: os haplontes, os diplontes e os haplodiplontes.
- No ciclo de vida haplonte (A), a fase haplóide é a mais desenvolvida, estando a fase diplóide reduzida ao zigoto. A meiose é pós-zigótica e ocorre a seguir à formação do zigoto diplóide, não se produzindo gâmetas. Da meiose pós-zigótica resultam células haplóides, que se dividem, por mitoses sucessivas, dando origem a um organismo pluricelular haplonte, que produz gâmetas. A maioria dos fungos, alguns protistas e algumas algas, como a espirogira, têm um ciclo de vida haplonte.
- O ciclo de vida haplodiplonte (B), inclui estruturas pluricelulares diplontes - esporófito - e haplontes - gametófito -, verificando-se alternância de gerações. A haplofase e a diplofase alternam, estando bem desenvolvidas, e a reprodução assexuada alterna com a reprodução sexuada. A meiose é pré-espórica e ocorre aquando a produção dos esporos haplóides pelo esporófito diplóide. Os esporos sofrem mitoses sucessivas, originando o gametófito que, por mitoses sucessivas, produz gâmetas. Durante a fecundação, os gâmetas fundem-se, originando um zigoto diplóide que forma um novo esporófito. Algumas espécies de algas e plantas apresentam um ciclo de vida haplodiplonte.
- No ciclo de vida diplonte (C), a fase diplóide é dominante, sendo os gâmetas as únicas células haplóides. A meiose é pré-gamética, ocorrendo durante a produção dos gâmetas. Da fecundação resulta o zigoto diplóide, que se divide e origina um organismo pluricelular diplonte. O ciclo de vida do tipo diplonte é característico da maioria dos animais.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
O Ciclo celular
(clica para descarregar em PDF)
Etapas do ciclo celular:
1. INTERFASE: Período entre o fim de uma divisão celular e o inicio da seguinte. As células passam a maior parte da sua vida em interfase. Durante esta fase os cromossomas encontram-se distendidos, não sendo observáveis ao M.O.C.
- FASE G1: 1ª fase de crescimento celular. Nesta fase verifica-se uma intensa actividade de síntese de proteínas, enzimas e RNA. Ocorre também a formação de organitos celulares. Há um significativo crescimento da célula.
- FASE S: Ocorre a auto-replicação das moléculas de DNA, associamdo-se a elas mesmas proteínas. Cada cromossoma passa a ser constiuido por dois cromatídeos (2 moléculas de DNA + proteínas) ligados por um centrómero. Nas células animais começa a ocorrer ainda a duplicação dos centríolos, originando-se 2 pares .
- FASE G2: 2ª fase de crescimento celular. Nesta fase ocorre a preparação da célula para a divisão celular. Ocorre a síntese de biomoléculas (sobretudo proteínas) que vão ser usadas na fase mitótica. Os centríolos encontram-se já duplicados, existindo por isso 2 pares.
2. FASE MITÓTICA OU PERÍODO DA DIVISÃO CELULAR: Duarante esta fase ocorre a divisão do núcleo da célula (Mitose ou cariocinese) e a divisão do citoplasma da célula (citocinese), originam-se duas células-filhas completamente individualizadas. A mitose inclui a Profáse, a Metáfase, Anáfase e a Telófase.
Esquema explicativo da Mitose
Após a divisão do núcleo da célula, é a vez de ocorrer a divisão do seu citoplasma (citocinese) e individualização das duas células-filhas. A citocinese depende da formação de um anel contráctil (estrutura composta por filamentos proteicos) que se forma na zona do plano equatorial no fim da anáfase e na telófase. A contracção desses filamentos vai provocando o estrangulamento do citoplasma, até se separarem as células-filhas.
Observação: Nas células das plantas superiores, a citocinese não ocorre por estrangulamento, uma vez que a parede celular rígida destas células não permite a divisão dessa forma. O que acontece nas células vegetais é que vesículas oriundas do Complexo de Golgi posicionam-se no plao equatorial da célula e unem-se. As membranas dessas vesículas vão originar as membranas das células vegetais-filhas, enquanto que o conteúdo das vesículas vai originar as paredes celulares.
video Ilustrativo do ciclo celular em células animais
Bom estudo!
Mutações génicas
Video idealizado para apresentar de forma resumida (e com bastante humor) informações sobre Mutações Genéticas
http://www.youtube.com/watch?v=LjQMd9Bn2DU
http://www.youtube.com/watch?v=LjQMd9Bn2DU
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Síntese de proteínas
Olá,
deixo-vos um resumo da síntese proteica, acompanhado de um vídeo do projecto genoma humano, que pretende ilustrar a síntese proteica. Espero que dê para visualizar o que foi abordado na aula.
A síntese de proteínas é um processo complexo em que participam vários intervenientes, podem salientar-se como características importantes a rapidez e amplificação.



deixo-vos um resumo da síntese proteica, acompanhado de um vídeo do projecto genoma humano, que pretende ilustrar a síntese proteica. Espero que dê para visualizar o que foi abordado na aula.
(mais vídeos em http://www.youtube.com/watch?v=1WcsuN8jM7M&feature=related)
A síntese de proteínas é um processo complexo em que participam vários intervenientes, podem salientar-se como características importantes a rapidez e amplificação.
Divide-se em duas etapas:
- Transcrição da Informação genética: A primeira etapa corresponde à síntese de RNAm a partir de um cadeia de DNA que lhe serve de molde. Chama-se transcrição do DNA porque a informação do DNA é transcrita para RNAm, por complemmentariedade das bases. Ao efectuar-se a transcrição, só uma cadeia do DNA é utilizada como molde. O complexo RNApolimerase fixa-se sobre uma certa sequência de DNA, desliza ao longo dela, provocando a sua abertura, e inicia-se a transcrição da informação. Após a passagem da RNApolimerase, a molécula de DNA reconstitui-se, estabelendo-se pontes de hidrogénio entre as bases complementares.A transcrição realiza-se no núcleo e os produtos primários desta transcrição (pré-RNAm), exprimentam processamento ou maturação, que é um conjunto de transformações que conduzem à formação de um RNAfuncional. No processamento do RNA por acção de enzimas, são retiradas os intrões (sequência de nucleótidos que não codificam informação), havendo posteriormente união dos exões (sequência de nucleótidos que codificam informação), estas transformações conduzem à formação do RNAm funcional.
- Tradução da Informação genética: Nesta etapa a informação genétida contida no RNAm é traduzida numa sequência de aminoácidos, formando um polipéptido. É nos ribossomas que se afectua a tradução da mensagem contida no RNAm que especifica a sequência de aminoácidos na proteína.
- Iniciação: A subunidade pequena do ribossoma liga-se ao RNAm na região de AUG (codão de iniciação). O RNAt, que transporta o aminoácido Metionina, liga-se ao codão de iniciação. A subunidade gramde riossomal liga-se à pequena subunidade. O ribossa está então funcional.
- Alongamento: O anticodão (sequência de 3 nucleótidos que é complementar de um dos codões do RNAm) de um novo RNAt, que transporta um segundo aminoácido, liga-se ao segundo codão por complementaridade. Seguidamente, estabele-se uma primeira ligação peptídica entre o aminoácido que ele transporta e a metionina. O ribossoma avança três bases e o processo repete-se ao longo do RNAm. Continua com a tradução dis sucessivos codões e da ligação dos aminoácidos para a construção da proteína.
- Finalização: Quando o ribossoma chega a um codão de finalização (UAA, UAG, UGA) e por complementaridade o reconhece, termina a síntese. Os codões de finalização constituem verdadeiras pontuações da mensagem. A cadeia polipeptídica destaca-se. Os componentes do complexo de tradução separam-se. As subunidades ribossomais podem ser utilizadas para formar um novo complexo de iniciação com uma molécula de RNAm.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Act. Laboratorial: extracção e visualização de DNA de KIWI
Deixo uma imagem , tirada na aula, com os resultados da actividade laboratorial. Podem imprimir e juntar ao relatório que fizeram.
(cliquem na imagem para a ampliar)
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